Por volta das 7h30 de terça-feira (09), Varginha, no sul do Estado, viveu um dos crimes mais bárbaros dos últimos tempos. O araguarino Ronaldo Porto, de 52 anos, foi assassinado com sete tiros à queima-roupa por um homem, que fugiu em um Gol Bola, de cor azul, que o esperava executar a vítima. Ronaldo chegou a ser socorrido com vida pelo Corpo de Bombeiros Militar, mas não resistiu.Segundo a Polícia Civil de Varginha, o crime aconteceu na Rua Presidente Antônio Carlos, em frente ao prédio do antigo Fórum. Ronaldo, que era gerente do Magazine Luiza, estava se dirigindo para o trabalho na hora em que foi abordado pelo autor, que usava uma arma tipo Carabina, calibre 32. Foram disparados oito tiros, sete atingiram o peito, a barriga e as nádegas da vítima. Nada foi roubado.Segundo informou o Jornal Sul de Minas, este assassinato faz lembrar outros crimes bárbaros cometidos em Varginha em 2005. Os dois últimos foram o enfermeiro morto com requintes de crueldade dentro de casa e o agente lotérico morto quando levava um malote para depositar na Caixa Econômica Federal.Filho de Maria e Emílio Porto, Ronaldo era casado com Rosimar dos Santos Porto, com quem tinha dois filhos. Ele fazia parte de uma família de oito irmãos. Até o fechamento desta edição a Polícia não havia localizado o autor do crime, mas existe a suspeita de que o assassino seja menor de idade.
Colaborador-Jornalista Luiz Muilla