Foragido da Justiça é preso acusado de atentado violento ao pudor contra menores
Revolta toma conta de familiares das crianças

Márcio Marcos Saraiva Araújo, de 30 anos, conhecido também por “Soró” ou “Palhaço”, está recolhido em uma cela da cadeia pública de Araguari. Ele é acusado de atentado violento ao pudor contra C.N.J., de 8 anos, que havia desaparecido terça-feira (20), no Bairro Novo Horizonte, quando brincava com M.V.F, da mesma idade. Os dois foram seduzidos por Márcio com a falsa promessa de que compraria brinquedo e bicicleta para os menores. Ambos foram levados para um matagal, mas M.V.F conseguiu escapar.A Polícia Militar foi acionada por volta das 16h e, com base em informações de uma das vítimas e de testemunhas, iniciou rastreamentos pela cidade. Preocupados com o ocorrido, familiares do garoto também saíram à sua procura e durante a noite toda percorreram os matagais das proximidades.Ontem pela manhã, em uma via pública do Bairro São Sebastião, C.N.J. foi encontrado pelos policiais militares na companhia do acusado, que chegou a afirmar que se chamava Marcelo Saraiva Araújo, nome do seu irmão, mas a farsa durou pouco tempo. Também foram localizados 10 gramas de maconha com o mesmo, que não reagiu à prisão. “Meu filho está muito sentido. Ele dormiu na carroceria de um caminhão e foi judiado por esse bandido, mas, felizmente, foi encontrado com vida”, disse Cristian Nascimento de Araújo.A PM levantou a ficha criminal de Márcio Marcos e constatou que o mesmo possui mandados de prisão em seu desfavor por furto, roubo e estelionato na Região Metropolitana de Belo Horizonte. À Polícia Civil, ele afirmou que também responde na Justiça por homicídio e tráfico de drogas.Os dois menores foram submetidos a avaliação médica ontem para apurar se foram violentados sexualmente. Márcio Marcos também passou por exames. “Especialmente no caso do menor que passou mais tempo com o acusado, temos bastante indícios de que o mesmo foi violentado, inclusive até comentou com o pai sobre o fato”, comentou o delegado de plantão, Wilton José Fernandes. “É muito difícil o acusado demonstrar que não teve participação nesse caso. Tem ainda o fato de que estaria tentando tirar essa criança da cidade”, completou o policial.Aproximadamente dez familiares de C.N.J. estiveram no Pronto-Socorro Municipal e na Delegacia de Polícia da Comarca com a intenção de fazer justiça com as próprias mãos. Revoltados, eles chegaram a correr atrás da viatura que levava Márcio. Os militares tiveram que utilizar o portão dos fundos para evitar um possível linchamento do acusado.Em entrevista à reportagem, Márcio Marcos negou que tenha abusado sexualmente do menor. “Se eu tivesse feito isso, não estaria andando com a criança pela rua. Passamos à noite no Bairro Miranda. Nunca estuprei ninguém”, afirmou o acusado. Ele disse ainda que veio para Araguari por possuir parentes na cidade. O delegado Wilton José Fernandes irá encaminhar o Auto de Prisão em Flagrante (APF) à Delegacia de Proteção à Criança, à Mulher, ao Idoso e ao Adolescente.
* Gazeta do Triângulo
Escrito por J.Ricardo às 14h07
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Servidor do Exército pode ter ajudado assaltantes de bancos
A Polícia Civil de Minas, com auxílio do Serviço de Inteligência do Exército, em Brasília, investiga o envolvimento de um servidor das Forças Armadas com o grupo de assaltantes a banco, presos na última segunda-feira, em Marabá (PA) e Imperatriz (MA). Com a organização criminosa – suspeita de promover série de assaltos a instituições financeiras em Minas, no período de 8 a 10 de janeiro último, nas regiões Noroeste e Alto Paranaíba – os policiais mineiros apreenderam uma mochila com o logotipo do Exército, onde estavam carregadores Fal, para fuzil de uso exclusivo das Forças Armadas, além de farta munição 9 milímetros. A suspeita é que o material tenha sido desviado de uma unidade do Exército, na região Norte do país.
Além do armamento, os policiais apreenderam também R$ 97,2 mil, em dinheiro, acondicionado em pacotes, que pode ser parte dos R$ 2 milhões roubado de seis bancos em Brasilândia, São Gotardo, Tiros e São José do Maranhão. Segundo a polícia, existe também a suspeita de envolvimento de policiais goianos com a qudrilha. Os chefes do grupo, Onicésar Abrenhosa Guimarães, o Cabeção, e Walter Canté de Oliveira, são de Goiás e comandam uma organização criminosa com mais de 20 integrantes. Quando foram presos em Marabá, no último domingo, eles já planejavam um novo assalto naquele estado. Além deles, foram detidos Rosicleide do Nascimento Alves, mulher de Walter, o sobrinho dele, Aércio, e Cláudio Moura Santos. Em Imperatriz, foi preso Amauri Lucena Guimarães, também suspeito de integrar o bando.
Todos os seis presos seriam transferidos nesta quarta-feira à tarde para Belo Horizonte, para ficar à disposição da Justiça mineira, responsável pelos mandados de prisão. Entretanto, a Justiça do Pará não autorizou a transferência na terça-feira, o que deve ocorrer até o final da semana. Com isso, dos dois aviões do governo de Minas, à disposição da Polícia Civil no Pará, apenas um retornou à capital, no início da noite de terça. Para fazer as prisões, foram deslocados para a região três delegados, além de 12 agentes, do Departamento de Investigação, Superintendência Geral da corporação e Grupo de Resposta Especial (GRE). Há pelo menos 15 dias, os policiais mineiros .acompanham a movimentação da organização criminosa na região Norte
Tensão Durante as investigações, os policiais viveram momentos de grande tensão, acompanhando a movimentação dos integrantes da quadrilha , devido à dificuldade de acesso da área e à periculosidade do grupo. Um bom exemplo é a perseguição, durante toda rodovia transamazônica, a um carro da quadrilha, que transportava alguns homens. Os policiais deveriam acompanhar o veículo, mas não poderiam permitir que eles notassem a presença da polícia. Apesar da dificuldade, a missão foi cumprida com sucesso. O minucioso trabalho e investigação permitiu também que fossem localizados o dinheiro e a munição na casa de Cláudio Moura.
Durante a apuração, a Polícia Civil de Minas passou a suspeitar também do envolvimento deste grupo com a segunda série de assaltos a bancos no estado, ocorrido em 6 de fevereiro, quando foram roubados bancos Riachinho, Iturama e São Romão, mas os trabalhos estão apenas iniciando. De acordo com a polícia, este grupo começou a ser investigado em 9 de janeiro, logo após o roubo dos seis bancos nas regiões Noroeste e Alto Paranaíba. A informação é que pelo menos três homens do grupo de Onicésar e Valter tenham escapado ao cerco da polícia mineira, que dá continuidade às apurações, depois da bem-sucedida prisão dos cabeças da organização.
Fonte: Portal Uai
Escrito por J.Ricardo às 19h52
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Acidente com morte na MG 497 – rodovia Uberlândia Prata
O condutor do Monza, Manoel Valdivino Ferreira morreu no local. O veículo trafegava no sentido Uberlândia/Prata e rodou na pista, até o momento por motivo ignorado. Em sentido contrário, trafegava a caminhonete D20, de Uberlândia, que tinha ao volante o Sr. Hilton Fagundes. Com ele estavam à esposa e uma adolescente. As vitimas foram internadas no Hospital de Clínicas da UFU. O acidente aconteceu próximo ao posto da Polícia Rodoviária Estadual por volta das 11 da manhã. Os dois veículos envolvidos no acidente interromperam o tráfego por algumas horas.
Fonte: Editoria Chumbo Grosso
Escrito por J.Ricardo às 19h51
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