Mais de R$ 3 mil em cédulas falsas são apreendidas na cidade
Três pessoas envolvidas foram encaminhadas ontem à noite à Polícia Federal

Gilberto Batista de Oliveira, Everton Spinardi e Jailson Ferreira foram presos por volta das 20h de ontem pela Polícia Militar de Araguari. Com eles, foram apreendidos mais de R$ 3 mil em cédulas falsas de R$ 50, que estavam escondidas debaixo de um carpete do Palio, placa de São Carlos (SP), encontrado com dois autores, e aproximadamente R$ 1 mil, em notas de R$ 5 e R$ 10, camufladas no volante do veículo. Segundo afirmaram, estas últimas são verdadeiras. A ocorrência teve início depois que um envolvido repassou notas falsas em um estabelecimento comercial na Rua Rio Branco, Centro. A PM colheu informações sobre as características do autor e conseguiu localizar Gilberto Batista., que portava quatro cédulas falsas de R$ 50. Conforme afirmou, o dinheiro pertencia a outras pessoas, que estavam em um Palio. Após rastreamentos pela região central, a equipe GIRO encontrou o veículo estacionado na Praça Manoel Bonito, por volta das 18h, e ficou de prontidão no local. Quando chegaram e perceberam a presença dos policiais, os dois envolvidos entraram no Pailo e saíram em alta velocidade, mas, com o auxílio de outras viaturas, os militares pararam o veículo na Avenida Minas Gerais, a pouco metros da Rua Padre Anchieta, e prenderam Everton e Jailson, que não reagiram. O autores disseram que chegaram em Araguari na manhã de ontem e que iriam deixar a cidade à noite. A polícia suspeita que eles são integrantes de uma quadrilha especializada no repasse de notas falsas. Os três envolvidos, o veículo e o dinheiro foram levados ainda ontem para a Delegacia da Polícia Federal, em Uberlândia, onde prestarão esclarecimentos sobre a origem do dinheiro.
FOTO:
Autores podem integrar uma quadrilha especializada nesse tipo de crime
* Gazeta do Triângulo
Escrito por J.Ricardo às 08h55
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Menor se apresenta à polícia e assume autoria de homicídio
Crime é solucionado em menos de 48 horas

S.P.C.F., de 17 anos, foi mesmo o autor do ato infracional análogo ao crime de homicídio, que vitimou Lindomar Rufino dos Santos, o “Japão”, na noite da última terça-feira, no Bairro Brasília. O menor se apresentou na tarde de ontem à polícia, acompanhado de sua mãe e por dois advogados, e confessou ter atirado na vítima. Segundo alegou S.P., “Japão” vinha ameaçando-o há algum tempo e que naquela noite “eles acertariam as contas”.
Apesar de liberado após prestar depoimento na Delegacia de Homicídios, o menor poderá ter a sua internação provisória decretada pela Justiça, em razão da gravidade dos fatos.O assassinato aconteceu por volta das 23h de terça-feira e às 17h de ontem a polícia já havia solucionado o crime
Escrito por J.Ricardo às 23h17
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Assassinato no Bairro Brasília: testemunhas afirmam que menor cometeu o crime
Lindomar “Japão” foi morto com dois tiros à queima-roupa

Suposto “acerto de contas” causa mais um homicídio em Araguari
Um tiro na cabeça e outro no peito causaram a morte de Lindomar Rufino de Sousa, de 30 anos, terça-feira à noite, na Rua das Palmeiras, Bairro Brasília, antigo Bairro Ipanema. O homicídio (segundo de 2007 em Araguari) ocorreu quase que no mesmo local onde a jovem Eudia Baião Costa foi assassinada com aproximadamente 20 facadas em dezembro do ano passado.Lindomar Rufino era bastante conhecido naquela região e tinha o apelido de “Japão”. Apesar de constar em sua carteira de trabalho a profissão de lavrador, o mesmo tinha antecedentes criminais, inclusive passagens por tráfico de drogas, segundo informou a polícia. Antes de vir para Araguari, ele morou na Paraíba, seu estado de origem.Durante boa parte do dia de ontem a Delegacia de Homicídios, comandada pelo delegado Hamilton Tadeu de Lima, realizou diligências e ouviu algumas testemunhas que presenciaram o crime, inclusive três menores residentes nos bairros Seringueira e Campo Alegre, em Uberlândia, que vieram para a cidade há uma semana com o intuito de negociar drogas.M.O.B. (17 anos), J. S.N. (17) e R.M.M. (15) relataram à autoridade policial que momentos antes do assassinato depararam com “Japão” efetuando alguns tiros de arma de fogo para o alto. Em seguida, o acusado S.P.C. (17 anos) saiu de um terreno vago e disparou duas vez à queima-roupa contra o mesmo, que morreu no local. Todos frisaram que o menor tinha uma “pendência” com a vítima.Durante seus depoimentos na Delegacia de Homicídios, os menores foram acompanhados por advogados, por um representante do Conselho Tutelar e por suas genitoras. Todos foram submetidos a exame de corpo de delito, procedimento solicitado por Hamilton Tadeu de Lima com o objetivo de evitar problemas futuros, uma vez que em muitos casos as testemunhas costumam alegar que foram forçadas a falar.“No primeiro depoimento, pela manhã, as testemunhas mentiram muito. Mas, como se trata de um local onde existe bastante uso de drogas, pessoas que lá residem nos forneceram detalhes do que ocorrera. Com isso, confrontamos essas informações com aquelas prestadas pelo menores. Eles viram que havia algo errado e resolveram contar a versão correta dos fatos”, comentou o delegado. Segundo colocou, realmente pode se tratar de um “acerto de contas”: “Tomamos conhecimento de que realmente houve uma rixa entre a vítima e o suposto autor, mas continuamos realizando diligências e esperamos que nas próximas horas a autoria deste homicídio possa ser esclarecida”.Junto com os três menores apreendidos, foram presas outras duas pessoas, que se encontravam nas proximidades do local do crime quando a Polícia Militar chegou. As testemunhas foram liberadas ontem. Até o fechamento desta edição, as armas utilizadas por autor e vítima não tinham sido localizadas.
Editor Luiz Muilla-Colaborador
Escrito por J.Ricardo às 22h46
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BRASIL, Sudeste, ARAGUARI, CENTRO, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Informática e Internet MSN - rijuje@hotmail.com
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